Embora não consigam arcar com suas dívidas, as famílias brasileiras estão mais otimistas com a situação econômica do país e acreditam que podem melhorar de vida e de emprego. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF), divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostra que 56,8% dos pesquisados creem que viverão melhores momentos nos próximos 12 meses. No topo dos otimistas, está a Região Centro-Oeste, com 78,6% dos habitantes animados, seguida da Região Norte, com 61,3%. Quando perguntados sobre o que aguardam para cinco anos a frente, a crença na prosperidade sobe para 79,65% no Centro-Oeste e cai para 48,33%, no Norte. Apesar de a dívida média ter caído 9% (de R$ 4.732,14 para R$ 4.343,93) de maio para junho, na contabilidade do IPEA, e de a proporção de inadimplentes com débitos de até cinco vezes o orçamento familiar ter baixado, um terço da população confessou que não tem condição de pagar seus compromissos. A situação mais dramática é na Região Norte, onde quase metade (43,9%) dos entrevistados estão em situação semelhante. Mesmo assim, por conta das diferenças regionais, 51,5% dos brasileiros pretendem continuar consumindo e 7,17% planejam tomar empréstimos. "Apesar do alto índice de pessoas em sérias dificuldades, já se observa uma melhora. A proporção dos que não podem pagar caiu. Talvez porque 78,8% dos entrevistados se sentem seguros quanto ao mercado de trabalho", disse Marcio Pochmann, presidente do Ipea. A segurança, no entanto, não é entendida como uma porta aberta para oportunidades de promoção. A expectativa de incremento profissional teve uma queda de maio para junho. Passou de 38% para aproximadamente 36%. Os chefes de família das regiões Sul e Centro-Oeste são os que mais esperam melhorias (49%). A Região Norte teve o menor índice de otimismo (10%). Postado por: Vera Batista no Correio Braziliense - 07/07/2011 Matéria completa no IPEA |
Cada dia é uma nova oportunidade. De desvendar, de apreender , de reinventar. Não almejo meramente passar pelos dias. Quero que eles passem por mim e transmitam marcas. Quero deixar neles um pouco do que sou. Então, escrevo. Porque sinto. Porque vivo. Meus olhos são os instrutores que capturam os momentos. E minha alma os revela em palavras. Por, Iαrα Ałvєs!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
População otimista
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